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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Sobre o que?

A vontade de escrever submete os dedos, mas a idéia não vem e começar se torna um martírio. Editor de texto aberto, dedos no teclado, milhões de assuntos possíveis na cabeça e nenhum que instigue a digitação. O 1% que cabe à insipiração faz toda a diferença, acreditem. Só se transpira depois do início. Se não há start, não há produção.

É cruel estar pronta para começar e não ser correspondida pelo mínimo estímulo de criatividade.

Há dias e dias. Esta é uma atípica segunda-feira. Mesmo depois de um fim de semana cheio de emoções e impressões, não há nada que QUEIRA expressar. Apesar de ter experimentado uma balada fenomenal, cheia de acontecimentos, são assuntos que não cabe delatar.

Sobre o que escrever então? Falar sobre a falta de idéias, mesmo que o biorritmo tenha dito que a criatividade hoje está em 96%, não está rendendo...

Paro por aqui então.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

É cada uma...

Sim, sim, navegar é preciso, e sempre que posso saio caçando coisas interessantes pela net...

Essa eu adorei: Uns malucos fizeram várias obras de arte e outras coisas, nada a ver, com livros... então, se vc não gosta de ler, veja que há várias outras formas de se divertir com um exemplar...

O site é http://mypix.terra.com.br/blog/2008/11/18/voce-nao-gosta-de-ler/

Só pra dar uma amostra....

terça-feira, 11 de novembro de 2008

De volta à prosa

Letra decadente
Amor recludente
Nem sempre foi assim
Com poesia é melhor
Com poesia é mulher

Que poder tem essa tinta
Ao libertar a palavra
Desacelera o peito
Acelera a mente
Entende-se por um instante

Terminado o verso, esquece
Recomeça a prosa
É mais prosa que verso
Mas ama o verso
Como a si

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Surtei


* Gabriel Thomaz

Tudo na vida tem um momento em que chega a seu limite
E há quem acredite
Que certas palavras não hão de ser ditas
É aí que você se engana
A minha paciência, você percebeu, chegou ao fim
E você tinha a consciência que eu era assim
Que eu sou assim

Você devia ter pensando nisso antes
Agora é tarde pra me oferecer calmante

Surtei
E daí?
Foda-se

Surtei
E daí?
Agora foda-se.

*Música de Autoramas

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

holográfico



Aguarde enquanto seu holograma não fala
Aguarde enquanto seu holograma não age
Aguarde enquanto os hologramas brincam de viver
Do irreal
No surreal
Ao redor disso
Hologramas não brincam de viver
Vivem de brincar

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Desafios domésticos



Começou o dia bem, colocou aquela sandália que ele deu. Usou-a no estilo mais casual. Era outra ela. Já na ida, com o trôpego sob os pés, sentiu doer o direito. Prosseguiu. Falida e outra, agora com os pés machucados.

E o dia foi.

A cada um que indagava, uma explicação surgia. Com o passar do dia soube. Teve certeza de que era saudade. Ou apenas mais uma TPM acentuada por questões emocionais irresolvíveis. Tem que vir tudo junto, faz parte do pacote existencialismo.

Pós parênteses, entendeu. O melhor estava por vir. Neste dia, andou mais do que de costume, com a sandália que ardia pelo toque. Uma correia se foi. Prosseguiu. Duas já não existem. Sem a terceira, andar é insuportável.

Tira e prossegue. Pedrinha por pedrinha percebe o sensível, sempre tão bem calçado. Foi-se o trôpego, instalou-se o sôfrego.

E o recipiente vazio precisava de socorro também. Uma longa escadaria o separava da ardente combustão. Superou. Mas, a que preço? O peso da descida teve a contribuição da gravidade. Por que o gás sempre acaba no domingo à tarde? Mais uma para a Teoria do Caos.

Antes, assim que entra em casa, com a cabeça pronta para descartar os pensamentos, percebe que o cachorro está num dia ruim. Provavelmente também teve um dia daqueles. Depois de revistos os acontecidos, o saldo é positivo. Gargalhadas perturbam a alma.

Letargia se converte em ação.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Saudade é nada


Primeiro vem o drama
Desespero
Água e sal
Dói
Aproxima
Os corpos e a alma
Gêmea
Adoece o corpo
Reconhece
Estar só é bom
Separados
Conhecendo a si
Aprendem
Aproximam-se
Para sempre (?)
Para onde quer que seja
Vive plenamente
Natural
Indivíduo e outro
Outros
Equilíbrio que nos liberta
Liberdade é bom
Saudade é nada

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Adaptar-se

A mudança é fato. Lidar com ela é um parto. É preciso estabelecer uma nova rotina. Estabelecer nova rotina é complicado. Analisar o que se deve fazer, o que se deve esperar, as prioridades do novo momento. Impossível pensar a nova rotina. Ela surge. Aos poucos se acostuma. Se acostumar com algo novo é fácil, desde que seja bom. Fazer ficar bom é uma questão de opção. Opta-se pelo que é mais relevante. E agora? O que é mais relevante? Vamos fazendo, simplesmente, ou planejamos meticulosamente o dia? Esperar não, fazer acontecer sim. A nova rotina, sem qualquer vínculo com outro, se estabelece naturalmente, como tem que ser. Aos poucos se acostuma. Aos poucos se estrutura. Aos poucos, dia após dia, se constrói uma nova rotina.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Bom dia mais um dia...

A rotina era a seguinte: acordava, dava bom dia para o dia, para o céu, para o sol, para as violetinhas na sala, para a pimenteira na janela da cozinha e esquentava o café de ontem.

A cada dia que levantava, sentia como se uma nova oportunidade a esperasse. Assim agia o dia todo.

Depois de dar o melhor no trabalho, realizar suas tarefas com alegria, dedicação e vontade, brincar com os colegas, interagir por msn com os amigos mais queridos, confidenciar desabafos ao colega do lado, voltava feliz pra casa.

Ao encontrar as violetinhas na sala e a pimenteira na janela, refletia sobre o dia e via que nada de tão interessante assim havia acontecido, a não ser mais um dia. Mais um dia em que viveu, riu, se divertiu, trabalhou, amou, produziu, aprendeu.

Um dia cheio de oportunidades de começar novos projetos, pensar e praticar o bem. Nenhum grande plano, nenhum feito mirabolante, apenas mais um dia a caminho do sucesso.

Amanhã, tudo de novo, feito com amor, com interesse, com alegria, e mais um passo para a realização dos sonhos.

Bom dia céu, bom dia sol, bom dia violetinha, bom dia pimenteira, bom dia, bom dia, bom dia!!!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Vantagens do egoísmo

O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo. Apesar da afirmação já ser clichê em todo planeta, pois o mercado está cada vez mais competitivo desde que se criou o conceito, a verdade é essa. Todos os dias milhares de currículos circulam nas latas de lixos de grandes, médias, pequenas e micro empresas.

Há poucos dias uma pesquisa revelou que o índice de trabalhadores com carteira assinada vem crescendo e que nunca esteve tão alta desde a década de 1980. Ou seja, naquela época, venhamos e convenhamos, as estatísticas eram bem fajutas, se é que me entendem...

A classe média também cresceu assustadoramente. O problema é que para fazer parte da classe média é considerada uma renda entre R$1.100 e R$4.100, para arredondar um pouco. Da minha parte, que faço parte da primeira metade da classe média, se assim podemos dizer, não há tantas vantagens em se fazer parte do índice.

A classe média da “primeira metade” – me referindo àqueles que não alcançaram a dádiva de declarar imposto de renda, hehe – está cada dia mais afogada. Consumindo o que a segunda metade consome sem conseguir pagar por isso, se atolando em cartões de crédito, pagando juros exorbitantes, insanos e até indecentes.

Então. Voltando ao conceito de mercado de trabalho cada vez mais competitivo, vemos que a saturação de determinadas profissões, antes consideradas de elite, como direito e odontologia, deixam seus estudantes cada vez mais frustrados, não pela falta de mercado, mas pelo excesso de pais que sonharam as profissões dos filhos.

Esta medíocre cronista nada tem contra tais ofícios, muito pelo contrário. Atento, simplesmente, para o fato de que há postos de trabalho sobrando para atividades consideradas menos nobres, mas que requerem mão-de-obra especializada, como os técnicos.

Todas essas observações foram, simplesmente, uma prova de que mente vazia é oficina do diabo. O que há de importante no mercado de trabalho estar cada vez mais competitivo é que cada vez mais pessoas vão se interessar em fazer parte dele, em ganhar espaço, em estar em evidência.

Enquanto cada um investe em si para compor esse mercado de trabalho cada vez mais competitivo, mais capazes se tornam as pessoas, mais ativa a sociedade, mais justa a distribuição de renda, mais felizes todos os seres.

Portanto, antes de se preocupar com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, invistam em si, no desenvolvimento das capacidades individuais, sejam profissionais ou pessoais. Todo o mundo, literalmente, sai ganhando quando pensamos mais em nós mesmos.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Confissões tepeemísticas

Tudo começa com uma leve tristeza que se abate, principalmente para ser compartilhada com as pessoas em quem mais confia. Toda carente, peço colo para o maridão. Quero cafuné. Quero carinho. Quero ficar caladinha, deitada sobre o seu peito. Só.

A segunda fase é mais turbulenta. Grosserias são distribuídas de forma gratuita. As palavras ficam sem controle diante de uma sensação indescritível de tolerância zero, ou melhor, tolerância negativa à quaisquer que sejam os comentários.

Quem sofre mais, é claro, que a portadora do turbilhão, mas, geralmente, o marido é o alvo mais certeiro, mais eficaz, mais mortalmente atingível de todos. Com os outros ainda dá para se controlar, mas em casa, à dois, tudo é motivo para um descontrole. Arremesso de objetos decorativos é esporte superado, pois já não há o que tacar.

Enfim, inchada, a mais horrenda das criaturas sobre a Terra, cabelo desgrenhado, a vaidade passa longe.

Eis que, não mais que de repente, aquela visita que, a mim, mais alegra do que incomoda.

- Desceu! Suspiramos aliviadas com apenas algumas dores nas costas ou cólicas passageiras.

Cólicas passageiras sim, porque a dor no corpo é facilmente resolvida com um dos comprimidos milagrosos disponíveis no mercado. Mas, a dita cuja, a maldita, a indizível TPM, nem com Prozac.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Águas passadas

Tenho que compartilhar algo importante com este blog, amigo de tantos assuntos. Por dois anos digeria um assunto indigesto, algo que me machucava profundamente. Imaginem, rancor era a palavra certa. Na verdade não foram dois anos ruminando, pois há poucos dias, depois d eum telefonema que deveria ter mexido com esse passado idiota, me fez entender que aquilo não me machucava mais.

Superado. É essa a palavra. Tomei um susto quando ao tocar no assunto nada se manifestou, nem um pingo de rancor, nem um pingo de mágoa, nem um pingo de dor. Fiquei realmente espantada, de início, depois, a felicidade tomou conta do meu coração de certa forma, que não consigo explicar.

Posso colocar outra palavra nesse turbilhão de emoções que me tomaram: PERDÃO. De uma hora para outra descobri que tinha me perdoado, que tinha perdoado todas as pessoas que me fizeram sofrer naquele dado momento, que tinha perdoado o mundo.

Um peso pulou das minhas costas, cansado de me incomodar. Já há tempos não tocava nesse assunto que tanto me machucava, talvez por medo. Claro, não queria sentir esses sentimentos negativos vindo à tona toda hora, mas, de certa forma, estiveram sempre dentro de mim. Ou não.

O importante é que ao falar naquilo que um dia tanto me machucou me senti livre, liberta de qualquer sensação negativa. Foi mágico. Divido com esse blog a maravilha que a superação de um assunto do passado trouxe para a minha vida. Estou até mais disposta.

Obrigada, VIDA, por proporcionar aprendizado todos os dias.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Morre lentamente - Pablo Neruda

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não
ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem
não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma em escravo do
hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma
nova cor ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o
negro sobre o branco e os pontos sobre os 'is' em
detrimento de um redemoinho de emoções justamente as
que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está
infeliz, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir
atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma
vez na vida fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da
sua má sorte ou da chuva incessante.

Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de
iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que
desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Morre lentamente.....

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Virou festa

Nunca na história deste país - em plágio ao nosso querido Lula - houve tantos escândalos envolvendo nomes difíceis... Vamos lá:

Operação Satia- graha - uma manifestação pela clareza política no Tibet e agora nome de operação da PF

Heráclito contra Protógenes - parece título de obra épica

Fala sério, assim fica difícil até acompanhar o noticiário....

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Legião Urbana - Só por hoje

Não, não, não, não.
Viver é uma dádiva fatal
No fim das contas
Ninguém sai vivo daqui,
mas vamos com calma...

quarta-feira, 25 de junho de 2008

A dor cura

Estive pensando em fatos corriqueiros e como eles afetam nossa maneira de pensar, agir e sentir. Tudo que nos acontece está condicionado a uma lição? Tudo o que fazemos nos vai voltar em forma de punição ou recompensa?

Tá bom. Posso estar viajando bastante, mas a cada enxaqueca, da qual padeço há anos, volto pensando diferente.

Ontem foi um dia desses. Tédio total, descontentamento com o trabalho, com a vida em si. Pensamentos atordoados e falta de rumo, até que, de repente, não mais que de repente, minha cabeça começa a doer. Uma dor que conheço bem, mas que a cada explosão me derruba com mais força.

Horrível. Fora a dor, o que mais me mata é o fato de nem eu, nem ninguém, poder fazer alguma coisa. Dói muito. Dói de verdade. Enquanto espero - pois é a única coisa a fazer - o remédio decidir se vai agir ou não, penso o quanto é maravilhoso quando estou bem, quando consigo escrever, conversar, levantar a cabeça, andar, rir, raciocinar com clareza.

As tarefas mais simples se tornam deliciosas quando não posso executá-las.

Então, quando a maldita dor vai embora, levanto aliviada, cantarolando, agradecendo por cada grão de poeira que passa por mim e posso enxergar, por cada cãozinho que vejo na rua, por cada sorriso que consigo expressar, por cada virada rápida de cabeça. Banal. Ações banais que valorizo muito após uma crise.

Finalizando... acho que sim. Acredito que os percalços são necessários para darmos mais valor à VIDA, para prestarmos atenção noquanto somos especiais e no quanto nós, apenas nós, somos responsáveis pela forma com que vemos o mundo, o sofrimento, as alegrias e conquistas.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Saudade egoísta


Sim. Já havia alguns dias que não postava, talvez porque estivesse tudo bem demais... muito bom mesmo, e os assuntos pareciam mais interessantes quando conversados ou discutidos. Mas, enfim, ontem foi um dia fatídico.


Por volta das 22 horas chegou-nos a notícia do ataque cardíaco fulminante que levava um grande amigo embora.


Só quero dizer que, esteja onde estiver, Bolas, o André, Bolão, estará sempre nos nossos corações. E ele sabe disso, tenho certeza.


Agora, o que dizer? O que fazer? Apenas lembrar dos momentos magníficos que tivemos em sua companhia, da risada, do jeito bonachão de rir da desgraça alheia, do mal humor que lhe dava aquele charme, do "faaaaaaaala doooooooida", como anunciava ao telefone.


Dos jogos de truco só tenho que rir, das bebedeiras em sua casa... mais ainda.


E aquele jogo de xadrez. Vc me ensinou a jogar e ainda perdeu pra mim na primeira partida. Só pode ter me deixado ganhar, pois odiava perder.


E que ombros molhados os seus, André, nos quais chorei as mágoas do fim de namoro durante uns bons meses. E depois, quando tudo estava bem, seus votos de felicidades foram um dos mais importantes para mim, porque vc sabia o que tinha acontecido.


É amigo. Vc se foi e me restam as lembranças.


Sim, sou egoísta. Estou sofrendo um bocado porque não poderei mais desfrutar da sua companhia, e o que mais dói é pensar que eu podia, que eu devia ter aproveitado mais momentos junto de vc.


Somos egoístas. Fá e eu sempre quisemos ir ao Cerrado, famoso cerrado de Porteirinha, MG, ao qual vc sempre disse que nos levaria. Prometeu e não cumpriu...


Enfim, choramos sim, mas não por ter ido embora, e sim por persistir em nossos corações o amor que sentimos, a admiração da qual nunca falamos, o carinho do olhar que há quase dois anos não trocamos.


Adeus meu amigo, saiba que daqui cuidaremos para que sua memória esteja sempre viva....
Tha, espero que vc receba a energia que te mando desde ontem, que saiba e que tenha a certeza de que o amor é um sentimento infinito. Assim como o amor dói, ele cura, e o meu amor por vc, minha amiga, viaja até te alcançar para te dar o quanto de força for necessário para te acalmar, abrandar seu coração, confortar sua alma.
Sinta. Estamos aí.


quarta-feira, 4 de junho de 2008

Discorde

A cada dia percebo que entender o ser humano é tarefa impossível. Conhecê-lo com propriedade é também um desafio. Por mais que convivamos de perto não há como identificar todos os traços da personalidade, prever reações ou desejos.

Será que a psicologia entende o comportamento humano, ou simplesmente o descreve procurando coincidências? Percebo que não é possível intrepretar as ações pura e simplesmente para se compreender alguém. É necessário muita conversa, especulação, desentendimentos e outros instrumentos para chegar, ao menos, ao nível mais tênue de conhecimento.

Conversando com um promotor de justiça ouvi algo que soou verdadeiro. As pessoas têm dificuldade em conversar no sentido compelto da palavra. Por mais que uma pessoa se considere democrática em aceitar o direito do outro de ter uma opinião diferente, o que é perfeitamente normal e aceitável, sempre interpelamos, interrompemos, falamos mais alto na tentativa de sermos ouvidos, e mais que isso, fazer com que a pessoa, a qualquer custo, se convença dos nossos argumentos.

Mas, o convencimento não é necessário. Podemos perfeitamente conviver com idéias diferentes das nossas, aprendermos a conversar e discutir sem brigar, sem degladiação, sem desrespeito ao que é diferente.

Assim entendo e quem discordar, que exponha....

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Começa cedo

Propostas, propostas, propostas. O horóscopo de hoje diz que devo aproveitar uma oportunidade de trabalho imperdível. Já vieram as propostas. Que coisa boa. Logo cedo o e-mail recheado de boas notícias.

Que alegria.

O corpo não está tão bem. Gripe. Acho.

Participar de um livro que congrega vários autores é a melhor das propostas. Aceito. Vamos trabalhar.

"Ama a tua vocação com paixão, ela é o sentido da tua vida"....

Me achei...